Explore as perguntas frequentes para obter respostas claras e rápidas.
Aqui encontrará respostas detalhadas às dúvidas mais comuns sobre os nossos serviços e processos, facilitando a sua experiência.
As expedições incluem caminhadas ou trilhos a pé?
Não. Todas as nossas expedições são realizadas em veículo 4×4 SUV de alta capacidade, garantindo acesso confortável a locais remotos sem exigência de caminhadas ou trekking prolongado para os participantes.
O que abrange a temática de arquitetura vernacular?
O roteiro explora de perto os tradicionais muros e casinas de pedra seca, exemplares únicos da arquitetura pastoril em calcário construídos sem argamassa, enquadrados na paisagem protegida do parque natural.
Onde têm início os percursos guiados?
Os percursos partem diretamente de Mendiga, no concelho de Porto de Mós, mergulhando no coração do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros para explorar geologia, botânica e arquitetura tradicional.
Quais são os melhores locais de observação de orquídeas selvagens nas Serras de Aire e Candeeiros?
As áreas de encosta calcária e matos baixos de Mendiga e Porto de Mós abrigam dezenas de espécies de orquídeas espontâneas, cuja floração ocorre entre fevereiro e abril, atraindo entusiastas da botânica para observação direta sem necessidade de caminhadas longas.
As visitas são em formato de grupo grande?
Não. Operamos estritamente em regime privado e para pequenos grupos, assegurando uma experiência personalizada, de profundo respeito pela biodiversidade e adaptada ao ritmo de cada visitante.
Como funciona a observação de bornoletas noturnas no Parque Natural?
Utilizamos estações de atração luminosa estática para inventariar e fotografar a rica comunidade de lepidópteros noturnos.
Calendário Sazonal de Expedições
Descubra o calendário natural da região, concebido para que possa iniciar facilmente e aproveitar ao máximo os nossos serviços.
Fevereiro a Abril (Rota das Orquídeas Selvagens):
Período de pico para a floração de dezenas de espécies de orquídeas espontâneas nas encostas calcárias, acessíveis com conforto através dos nossos percursos 4×4.
Todo o ano (Biodiversidade e Botânica de Altitude):
Foco na flora endémica dos planaltos, polinizadores e ecossistemas de transição do Parque Natural.
Março a Novembro:
Exploração das dinâmicas noturnas de lepidópteros e observação geológica avançada aproveitando as temperaturas amenas de fim de tarde.